Dor crônica: O que é, causadas e formas de tratamento
No Brasil, a dor crônica é um problema de saúde pública. Segundo a Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), cerca de 37% da população brasileira convive com algum tipo de dor crônica.
Embora as videocirurgias já sejam comuns em outras especialidades como cirurgia geral e ortopédica do joelho e ombro, a endoscopia da coluna ainda é desconhecida para muitas pessoas.
Apesar de já existir há algum tempo, apenas recentemente essa modalidade cirúrgica foi incluída no hall de procedimentos da ANS. Foi a partir dessa inclusão que os planos de saúde foram obrigados a fornecer esse tipo de procedimento aos seus usuários.
Esta técnica cirúrgica, faz parte do grupo de procedimentos minimamente invasivos, o que permite um procedimento menos agressivo, porém com grande eficácia para o tratamento de várias doenças degenerativas da coluna, entre elas as hérnias de disco.
Outras disfunções também podem ser tratadas por meio dessa técnica, como as estenoses do canal e hérnias de disco cervical.
Vale ressaltar ainda que, mesmo sendo um método menos traumático, a endoscopia da coluna garante resultados clínicos semelhantes, se comparado aos meios tradicionais.
Continue a leitura para saber mais!
A endoscopia da coluna é feita por meio de uma incisão quase imperceptível, menor que 1 cm.
Para que assim o profissional possa introduzir a cânula, que é um tubo fino, por onde passará uma câmera de fibra óptica que fica no interior do endoscópio, fazendo as imagens que serão transmitidas por vídeo.
Na extremidade da cânula existe uma iluminação que permite ao cirurgião uma visão direta do problema.
E com o auxílio de instrumentos precisos consiga fazer a remoção das partes lesadas do disco e dos fragmentos que apresentam a hérnia.
Dessa forma, consegue descomprimir e aliviar a pressão que vinha sendo exercida dentro do disco e no nervo, que provocavam intensas dores no paciente.
Finalizado o procedimento, toda parte instrumental é retirada de forma cautelosa, permitindo assim que a musculatura volte ao seu normal.
Em muitos casos, logo após a realização da endoscopia da coluna, os pacientes já sentem um alívio significativo dos sintomas.
Conforme mencionado, a endoscopia da coluna geralmente é indicada nos casos de hérnia de disco lombar, mas pode também ser uma excelente saída para pacientes com hérnia de disco cervical ou estenose do canal lombar.
Além da possibilidade de ser feita sob anestesia local/sedação, nas situações indicadas pelo cirurgião, essa técnica possibilita uma recuperação mais rápida.
Mas existem ainda algumas vantagens, tais como:
Depois que acaba o efeito da anestesia que foi utilizada para a realização da endoscopia da coluna, o paciente é transferido para o quarto do hospital.
Normalmente, nesse momento a pessoa que foi submetida a essa técnica já é capaz de sentar e levantar, é claro de forma bem cautelosa.
Um pequeno curativo é feito no local da incisão para evitar contato com organismos estranhos.
Se o paciente sentir-se seguro e se o profissional responsável achar viável, o paciente poderá ter alta no mesmo dia e poderá fazer uso de algumas medicações conforme orientação médica.
Depois do período entre 7 e 10 dias, que é o tempo necessário para a cicatrização, o paciente deverá fazer a retirada dos pontos no consultório médico.
É recomendável que pelo menos 2 a 4 semanas após a endoscopia da coluna, o paciente evite sobrecarga na coluna, assim como movimentos de rotação e flexão.
Com a completa cicatrização do local onde foi feita a incisão, dá-se início ao processo de reabilitação motora e postura, com o acompanhamento de um fisioterapeuta.
De fato, a recuperação de cada paciente acontece de uma forma, por isso, a avaliação deve ser feita de maneira individualizada.
Mas as atividades que exigem maior esforço, geralmente são liberadas depois de 6 a 8 semanas da realização da cirurgia.
Por ser uma técnica relativamente nova, ainda existem muitas dúvidas acerca da endoscopia da coluna, como as que serão respondidas a partir de agora:
Diante dos inúmeros estudos acerca dos procedimentos para hérnia de disco lombar, concluiu-se que tanto uma quanto outra são consideradas seguras e eficazes, com pouquíssimas diferenças clínicas entre si.
A hérnia de disco pode voltar depois da realização da endoscopia da coluna?
As recidivas ocorrem em poucos casos, estima-se que em menos de 10% dos pacientes,porém, não são todas as situações que exigem uma nova cirurgia.
Alguns aspectos devem ser analisados antes do médico decidir se o seu paciente vai ter alta no mesmo dia, ou se deverá permanecer internado até o dia seguinte, como:
No caso das endoscopias transforaminal lombares, o paciente poderá ser submetido à anestesia geral, ou a apenas sedação.
Já para a endoscopia interlaminar lombar, a única opção é a anestesia geral. A escolha da anestesia utilizada no procedimento levará em conta as peculiaridades de cada paciente, bem como a preferência do profissional.
Definitivamente, não é preciso ter nenhum receio de submeter-se à cirurgia de endoscopia da coluna.
Visto que, este procedimento é muito menos invasivo que os métodos tradicionais, porém, os seus resultados são bem semelhantes.
No entanto, como qualquer outro procedimento cirúrgico, é fundamental respeitar o repouso determinado pelo cirurgião, assim como todas as orientações que forem feitas.
Por fim, é essencial que haja confiança no médico que será responsável por realizar sua cirurgia, para isso, busque indicação com família e amigos.
Como também realizar pesquisas acerca da credibilidade do profissional na internet, é uma forma de garantir que tudo correrá bem.
No Brasil, a dor crônica é um problema de saúde pública. Segundo a Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), cerca de 37% da população brasileira convive com algum tipo de dor crônica.
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Comumente relacionados à síndrome dolorosa miofascial, os trigger points ou pontos Gatilho são pontos dolorosos que surgem dentro de uma banda muscular tensa. Levam a uma resposta anormal da musculatura onde se encontram e podem provocar dor, rigidez e sensações anormais como formigamento, queimação e perda de força. Estes pontos se formam quando as fibras musculares são sobrecarregadas, gerando assim um agrupamento de contraturas e nós musculares. Estes pontos são geralmente detectados por profissionais da saúde, como médicos e fisioterapeutas, através da palpação do local doloroso.
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